domingo, 30 de julho de 2017
PICARETA CULTURAL NA FLIP 2017. DIZEM SER A ÚLTIMA. ESPERO QUE NÃO....
sábado, 18 de agosto de 2012
ESPAÇO DO LIVRO NO PARQUE MAMBUCABA
O GLAPMM (Grêmio Literário Amigos da Poesia e da Música de Mambucaba) esteve presente nesta sexta, 17/08/12 na inauguração do (Espaço do Livro) Um espaço coberto de frente à Subprefeitura do Parque Mambucaba, destinado à leitura e troca de livros. O Sr. Silas Gonçalves, Subprefeito e idealizador do projeto, está de parabéns por esta rica iniciativa literária, que vem somar e contribuir, com a cultura em nossa região. Representando o Prefeito do Município, a Subsecretária de Educação a Sª. Cristiane, falou da importância cultural deste projeto para nossa comunidade e que o mesmo, deveria servir de exemplo para todo o município. O Presidente do GLAPMM o Sr. Carlos Mambucaba, em homenagem a iniciativa do projeto, recitou o poema de sua autoria: ( Flores a Angra dos Reis)
SILAS GONÇALVES SUBPREFEITO DA REGIÃO SULCARLOS MAMBUCABA RECITANDO (FLORES A ANGRA DOS REIS)
DE PRETO, A SUBSECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO
DE VERMELHO, A ESPOSA DO SUBPREFEITO
sábado, 13 de agosto de 2011
VENHA FAZER PARTE DA FAMÍLIA GLAPPM. ASSOCIE-SE JÁ! É TOTALMENTE GRÁTIS E SEM MENSALIDADE.
SE VOCÊ GOSTA DE LITERATURA E MÚSICA ESTÁ NO LUGAR CERTO!
AQUI É O LUGAR DE QUEM TEM BOM GOSTO...
VENHA SER SÓCIO DO GLAPMM. (GRÊMIO LITERÁRIO AMIGOS DA POESIA E DA MÚSICA DE MAMBUCABA).
ABRIMOS ESPAÇO PRA QUEM ESCREVE POESIA E MÚSICA OU SIMPLESMENTE GOSTA DE PARTICIPAR DE EVENTOS LITERÁRIOS E MUSICAIS.
AQUI, SUA POESIA, SUA MÚSICA, É DIRECIONADA PARA REGISTRO DE DIREITOS AUTORAIS. MOSTRAMOS OS MECANISMOS DE DIVULGAÇÃO E OS LOCAIS PARA REGISTRO DE SUAS OBRAS, BEM COMO A ORIENTAÇÃO PARA TANTO.
PEÇA AO GLAPMM, UMA FICHA DE INSCRIÇÃO, É GRÁTIS, VOCÊ NÃO PAGA NADA!
ESPERAMOS POR VOCÊ...
3362-3255 9963-9060 9268-8220
E-mail: gremioliterarioamigosdapoesia@hotmail.com
CARLOS MAMBUCABA, DIRETOR PRESIDENTE.
AQUI É O LUGAR DE QUEM TEM BOM GOSTO...
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ABRIMOS ESPAÇO PRA QUEM ESCREVE POESIA E MÚSICA OU SIMPLESMENTE GOSTA DE PARTICIPAR DE EVENTOS LITERÁRIOS E MUSICAIS.
AQUI, SUA POESIA, SUA MÚSICA, É DIRECIONADA PARA REGISTRO DE DIREITOS AUTORAIS. MOSTRAMOS OS MECANISMOS DE DIVULGAÇÃO E OS LOCAIS PARA REGISTRO DE SUAS OBRAS, BEM COMO A ORIENTAÇÃO PARA TANTO.
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CARLOS MAMBUCABA, DIRETOR PRESIDENTE.
sábado, 20 de novembro de 2010
A POESIA DO DIA
UM CORDEL DE AMOR
Vejo-me aqui de novo,
Com liberdade de expressão,
Vaidades e verdades,
A poesia no coração.
A árvore da prosperidade,
Com intensa capacidade,
Destino da evolução.
Uso então a caneta,
E também a inspiração,
E é assim que almejo,
Poética provocação.
Terabyte de mensagens,
Modificam as paisagens,
Sempre não a traição.
Falo de amor com clareza,
Na língua, não tenho papa,
Aponto essa direção,
Se precisar, faço um mapa.
É meu tema de destaque,
Já estou ficando craque,
Com a assinatura na capa.
Objetivo e direto,
Concreto ou abstrato,
A importância do amor,
Na influência de um fato.
Um tema que dá prazer,
À relevância de um ser,
É sempre o primeiro ato.
Cada um tem sua verdade,
A visão do certo ou errado,
Mas os caminhos se encontram,
Presente, futuro e passado.
É deveras e muito polêmico,
Antigo e acadêmico,
Mesmo assim, atualizado.
Se pra alguns não faz sentido,
Pra muitos, primordial!
É a caixa de pandora,
Essência do bem e do mal.
O amor é a resposta,
A dimensão da proposta,
É de cunho universal!
Carlos Mambucaba
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
A POESIA DO DIA
SINA DE POETA
Tire-me todos os títulos,
Menos, o de poeta!
É minha força de sansão,
E do cupido, a minha seta.
Minha vida, minha razão,
Minha forma de expressão,
Meu destino em linha reta.
Deixe-me nu, eu não me importo,
Mas deixe-me um lápis e um caderno!
Pois conquisto tudo de novo,
Tornando-me ainda, eterno!
Diante da circunstância,
Meço com passos, a distância,
Se mais perto do céu ou do inferno.
Não tenho meias palavras,
Pra dizer o tudo que sinto,
Meus valores são explícitos,
Por isso que nunca minto.
Evito as contradições,
Enalteço as emoções,
Ainda, que no labirinto.
Escrever é minha sina,
Está no meu DNA,
Minha válvula de escape,
Não vejo o tempo passar.
É meu chão, a minha base,
Anunciada em cada frase,
É minha forma de amar.
Atividade prazerosa,
Pra muitos é coisa séria,
Por isso que tem valor,
Sobrepõe à lei da matéria.
É fonte da árvore da vida,
Da chegada à partida,
Aproveito ao máximo as férias!
Não tenho medo de perder,
O vil metal que conquistei,
Mas, eu morreria de desgosto,
Se eu afirmasse: -Abdiquei!
Dos meus textos, poesias,
Das minhas ricas fantasias,
Do meu sonho de ser rei.
Meu reinado é metafórico é claro...
Pois sonhar é permitido!
Um castelo de ilusões,
Desperta-me fortes sentidos.
Cada letra, uma barra de ouro,
Um livro, um baú de tesouro,
Minha arca de sonhos perdidos.
Carlos Mambucaba
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
A POESIA DO DIA
MEDICINA
Alopatia ou fitoterapia?
Cada uma, seu valor!
Antigamente, curandeiro,
Hoje, um formado Doutor.
Nossa rica medicina,
A descoberta da penicilina,
Osvaldo cruz, sim senhor...
A antiga rezadeira,
Com ervas de todo o jeito,
Curava, de espinhela caída,
Até catarro no peito.
Pro pulmão, tinha o saião,
Pra gripe, capim limão,
Pra muitos, era perfeito.
A mulher tinha o bebê,
Nas mãos de uma parteira,
A sorte estava lançada,
Na cama ou na esteira.
Se normal fosse o parto,
O choro ecoava no quarto,
Era festa a noite inteira.
Se desse complicação,
Era óbito na certa,
Salvava-se uma ou outra,
Se a parteira fosse esperta.
Nessa dura realidade,
Tempos de dificuldades,
Mas avanços e descobertas.
Há quem diga que pra saúde,
Só bastam as plantinhas do mato,
Mas o perigo é constante,
Realidade de fato.
Nossa fitoterapia,
Não é simples alquimia,
Pode não sair barato...
Remédio é coisa séria,
Tem que haver disciplina,
Não é coisa que se aprende,
Ali, em qualquer esquina,
Sabedoria popular,
O teste pode provar,
Se é benéfica a toxina.
Pesquisas de laboratório,
Revela o princípio ativo,
Qual a dose correta,
Registradas em arquivos.
Se química ou natural,
Deveras fundamental,
A cura dos seres vivos.
Carlos Mambucaba
Alopatia ou fitoterapia?
Cada uma, seu valor!
Antigamente, curandeiro,
Hoje, um formado Doutor.
Nossa rica medicina,
A descoberta da penicilina,
Osvaldo cruz, sim senhor...
A antiga rezadeira,
Com ervas de todo o jeito,
Curava, de espinhela caída,
Até catarro no peito.
Pro pulmão, tinha o saião,
Pra gripe, capim limão,
Pra muitos, era perfeito.
A mulher tinha o bebê,
Nas mãos de uma parteira,
A sorte estava lançada,
Na cama ou na esteira.
Se normal fosse o parto,
O choro ecoava no quarto,
Era festa a noite inteira.
Se desse complicação,
Era óbito na certa,
Salvava-se uma ou outra,
Se a parteira fosse esperta.
Nessa dura realidade,
Tempos de dificuldades,
Mas avanços e descobertas.
Há quem diga que pra saúde,
Só bastam as plantinhas do mato,
Mas o perigo é constante,
Realidade de fato.
Nossa fitoterapia,
Não é simples alquimia,
Pode não sair barato...
Remédio é coisa séria,
Tem que haver disciplina,
Não é coisa que se aprende,
Ali, em qualquer esquina,
Sabedoria popular,
O teste pode provar,
Se é benéfica a toxina.
Pesquisas de laboratório,
Revela o princípio ativo,
Qual a dose correta,
Registradas em arquivos.
Se química ou natural,
Deveras fundamental,
A cura dos seres vivos.
A NATUREZA DO BEM
Acho uma grande injustiça,
Não dá valor à natureza,
É dela a nossa origem,
E do que se Põe na mesa.
Alimentos consagrados,
Os valores pouco dados,
Origem de tanta pobreza.
O mundo fala de fome,
Que é preciso união,
O protesto e necessário,
Água limpa, ter o pão,
Ajudar é importante,
Não precisa comprovante,
Pra ser bom de coração.
Cada um com sua parte,
Bom seria, sem cobranças,
Jogar o lixo no lixo,
Sentir mais confiança.
Natureza ser natural,
O princípio, fundamental,
O legado como herança.
É tempo de reciclar,
Valorizar mais, a luz,
Nosso bem mais sagrado,
A força que nos conduz.
O ar menos pesado,
No mar, ter mais pescado,
Alívio da nossa cruz.
O filho é a semente,
Que queremos germinar,
Como o filho do pai,
Que ensinou-nos a sonhar.
Fortalecer a esperança,
Como regra, a mudança,
Provar, como se amar.
Carlos Mambucaba
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